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Posts Tagged ‘viagem’

fotos de curitiba

<fotolog>

Fui a Curitiba no último feriado e consegui tirar algumas fotos bem legais, como a destes papagaios no Passeio Público:

Mas as fotos que mais gostei foram as do tucano, principalmente esta:

Parece que o bicho gosta de ser fotografado, ele ficava fazendo pose. Infelizmente, é muito curioso também e vinha correndo, querendo bicar e fuçar na minha câmera. Por causa disso, só consegui uma foto boa dele sem ter o alambrado na frente…

Também tirei fotos de cobras e lagartos (bom, na verdade um lagarto só).

Outra série interessante de fotos foram as da feira do Largo da Ordem, que é uma feira de artesanato gigantesca no centro de Curitiba, todo domingo de manhã. Esta foto de flores feitas de lascas de madeira ficou bem legal:

Outra que ficou bacana foi esta, que tirei da entrada de uma loja de antigüidades (bom, tava mais pra velharias, na verdade):

Ah, uma coisa curiosa que vi lá foi um caixa automático móvel. Acho que essa idéia não daria certo em Campinas, algum ladrão certamente levaria a van embora…

</fotolog> 🙂

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foto em guia online

Bacana, uma foto minha foi selecionada pra aparecer num guia online sobre Ottawa:

 http://www.schmap.com/ottawa/shopping_markets/p=330791/i=330791_13.jpg

Será que estou na profissão errada? 🙂

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enchendo lingüiça

O avião que me levava de Porto Alegre a Guarulhos tinha uma tela LCD bacana, mostrando o trajeto do vôo. Havia um grande trecho em linha reta, sobre o oceano Atlântico. Qual não foi minha surpresa quando vi na tela o avião fazendo uma curva na direção do mar aberto?!? Mais um pouco e já havia descrito um U completo, e aparentemente estávamos voltando para Florianópolis ou algo assim. Mas será o Benedito?! Não entendi nada do que estava acontecendo…

Dali a pouco o comandante explicou: havia muito tráfego em Guarulhos e o controle de tráfego aéreo pediu pra ele ficar enrolando por um tempo ali, no meio do oceano:

E por lá ficamos, durante um tempo (acho que meia hora) voando em círculos. Foi bem curioso, nunca tinha acontecido comigo. Achei que para esperar o movimento os aviões ficavam voando só nas proximidades do aeroporto..

Muito bacana foi o visual da janela quando começamos a nos aproximar do litoral. Pena que a câmera não conseguiu captar as cenas por haver muito pouca luz. De qualquer forma, aqui vai uma tentativa não-tão-mal-sucedida de melhorar no computador uma dessas fotos:

Dá pra ver uma cidade litorânea bem grande na costa (depois vou tentar identificar no Google Earth), e uma monstruosa mancha de luz ao fundo, que é a Grande São Paulo. Fiquei surpreso em conseguir ver Sampa a partir do litoral, mas acho que é de se esperar quando você está a mais de 8 km de altura…

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Polônia – II

Bom, continuando a falar sobre a Polônia:

A história da Polônia na Segunda Guerra Mundial é impressionante, principalmente a de Varsóvia. A gente não tem idéia disso, mas os poloneses resistiram fortemente à ocupação nazista em seu país. Nem de longe houve conformismo à presença do invasor. Foi organizado um Governo da Polônia em Exílio, que dirigia o país à distância, a partir de Paris e depois Londres (muito estranha a idéia de governar um país à distância). Surgiu também o Armia Krajowa, exército de resistência polonês que obedecia ao governo em exílio e organizava o movimento de resistência dentro da Polônia. Esse movimento era muito ativo e consistia principalmente em sabotagens, contra-propaganda, e atentados (existe um museu muito bom sobre isso em Varsóvia, mas ainda não coloquei as fotos dele no flickr). Andando pela cidade você vê de vez em quando a Kotwica, símbolo da resistência polonesa.

Houve dois levantes em Varsóvia: o Levante do Gueto de Varsóvia feito pelos judeus, que não tinha chances reais de sucesso e foi encarado por seus participantes mais como uma forma digna de morrer do que como uma tentativa de resistência (este episódio aparece no filme “O Pianista”). No bairro onde antes ficava o gueto, existem diversos monumentos lembrando esse episódio, como este em homenagem aos heróis do levante, o lugar onde ficava um dos bunkers da resistência, e também um monumento na Umschlagplatz, o local onde os judeus eram reunidos para serem levados aos campos de concentração.

O outro levante foi o Levante de Varsóvia propriamente dito, que foi muito mais organizado, contando com apoio externo dos aliados (que bombardeavam posições inimigas e enviavam suprimentos). Além dos soldados regulares, lutaram crianças no conflito. Infelizmente esse foi também suprimido. Um fator decisivo na derrota dos poloneses foi a omissão do Exército Vermelho, que tinha prometido invadir Varsóvia poucos dias após o início do levante mas na realidade avançou apenas até as bordas da cidade. Os soviéticos foram extremamente sacanas nesse episódio. Além deste incidente, após a libertação do país eles “julgaram” e condenaram os líderes do levante como traidores da Polônia, e os mandaram para a prisão perpétua.

Relacionado à Segunda Guerra Mundial existe também o Túmulo do Soldado Desconhecido, que conta com soldados montando guarda e várias placas mencionando batalhas em que soldados poloneses lutaram, inclusive da Segunda Guerra Mundial.

Quanto ao período comunista, de longe o que mais se destaca é o Palácio da Cultura e Ciência, um prédio gigantesco construído por Stalin como um presente ao povo polonês. Dá para vê-lo de quase qualquer parte da cidade. Você se sente realmente “vigiado” por ele. Sinistro… Também tem alguns carros comunistas, como este furgão tosco, ou a versão perua do Trabi. Outra coisa que se percebe se estiver atento são os alto-relevos que existem em alguns prédios, retratando o proletariado em cenas vitoriosas ou altivas.

Algo que me impressinou foi este monumento, em homenagem aos poloneses levados pelos soviéticos a campos de trabalhos forçados. Eram transportados em trens como se fossem gado, e muitas vezes morriam na viagem por falta de comida ou pelo frio (por isso as cruzes em cima do vagão). Atrás do vagão existem traves com os nomes de diversos locais para onde os prisioneiros foram levados.

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Polônia – I

Quando saí do Brasil pra vaguear pela Europa, acho que o país do qual eu tinha menos expectativas era a Polônia. Nunca tinha ouvido falar muito, fui mais porque alguém me falou (ou acho que me falou) que era bacana. E eu queria visitar Auschwitz (até hoje fico triste só de ver as fotos que tirei de lá… É difícil ter uma idéia do que foi o nazismo sem ter visitado um campo de concentração).

No fim das contas, a Polônia virou um dos meus países preferidos. O povo lá é bastante aberto, não é difícil fazer amizades. Conheci pessoas muito bacanas. As cidades que visitei (Cracóvia e Varsóvia) são muito bonitas e ricas em história (ambas remontam à época medieval). E principalmente em Varsóvia, é muito fácil perceber os vestígios da Segunda Guerra Mundial e da época comunista. Eu comecei a falar sobre esses dois últimos assuntos aqui mas ficou muito grande, e vou deixar para o próximo post.

Em Cracóvia existe uma mina de sal que vale muito a pena visitar, que funcionou desde o século XIII até a metade deste ano! Já recebeu visitantes ilustres como Copérnico e outros… Pra começar, você desce 65 metros em uma escada de madeira até o 1º nível da mina. A partir daí, visita câmaras centenárias ligadas por galerias de túneis, vê estátuas feitas de sal, equipamentos originais de várias épocas, e até presas e dentes de mamute! Mas o ponto alto de verdade é uma inacreditável capela a 101 metros de profundidade, completamente feita de sal. O engraçado é que logo no início da visita eu encontrei uma família de Curitiba. Até debaixo da terra a gente encontra brasileiro. 🙂

Em Varsóvia, uma parte muito interessante da cidade é o centro medieval, que é cercada por muralhas. Os prédios foram destruídos na Segunda Guerra Mundial, mas o traçado original das ruas se manteve e os edifícios foram reconstruídos posteriormente. A praça central é bem bacana (apesar da muvuca), e tem uma estátua da sereia com espada e escudo que é o símbolo da cidade e personagem principal da lenda de criação da cidade.

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Bom, já faz quase três meses que rolou o GCC Developers’ Summit 2007, e até agora não escrevi nada sobre isso aqui. Acho que ainda está em tempo. 🙂

Bom, ir para lá foi uma oportunidade que surgiu do nada, eu nem imaginava que poderia acontecer. Uma colega minha dos Estados Unidos comentou no canal de IRC do nosso departamento (sim, no Linux Technology Center a gente usa IRC pra coordenar times e projetos!) que poderia ser útil eu ir lá conhecer membros da comunidade do GDB, para facilitar a discussão de algumas coisas que na época queríamos propor para a comunidade. Eu aproveitei a bola quicando na área e falei pro gerente (que também estava no canal): “é uma idéia legal, o que você acha?”. Quando eu falei isso tinha quase certeza de ouvir um “não vai dar” como resposta, mas qual não foi minha surpresa quando ele disse “mmm… ok.”! 😀

Um mês depois lá estava eu desembarcando em Ottawa, sem saber o que esperar de um evento como esse. Eu estava nervoso, pois tinha certeza que todo mundo lá manjava muito mais que eu. Afinal, eu estava trabalhando com GDB e envolvido com questões de baixo nível (Linux ABI, arquitetura Power, dynamic linking, etc.) fazia apenas uns 6 meses. Tinha gente lá trabalhando com isso faz 10 anos ou até mais. Mas o pessoal é muito bacana e me deixou bastante à vontade. É uma comunidade bastante amigável, isso posso dizer.

Não tinha tanta gente do GDB por lá. Houve um mini-BoF em um café da manhã, e tinha umas 5 pessoas na mesa. Mas foi muito útil conhecer pessoas com quem interajo nas listas de discussão, e deu para esclarecer algumas dúvidas com relação ao código e outros assuntos sobre os quais eu queria conversar. Além disso, o pessoal gostou de saber que temos um time trabalhando forte com GDB aqui.

Uma coisa que me surpreendeu foi ver que muito pouca gente trabalha no GDB como foco principal. A maioria dos contribuidores trabalha em outras coisas (toolchain, GCC, algum processador, sei lá) e mexe no GDB para adaptá-lo a esse outro objetivo. Isso me ajudou a entender e contextualizar melhor o que vejo nas listas, e trabalhar melhor com ela.

Tudo isso facilitou a minha interação com a comunidade. Agora entendo um pouco melhor sua dinâmica, e conhecer a pessoa por trás de um endereço de e-mail ajuda nas discussões e patches (digo isso tanto no lado de eu conhecer a comunidade, quanto de eles me conhecerem). O fator humano sempre tem um certo peso.

Bom, obviamente não posso deixar de falar do evento que teve no final: o pessoal fechou um bar (Vineyards), e a gente passou a noite lá, com direito a open bar e boca livre! A variedade de cervejas que tinha lá era impressionante, e eu provei um dos melhores doces que já comi até hoje: a Bumbleberry pie!

Coloquei as fotos da viagem no flickr. A maioria são de meus passeios pela cidade, tirei muito poucas do summit em si. Estas são as principais:

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fotos das férias

Bom, nas férias deste ano fui fazer minha viagem dos sonhos: um mochilão pela Europa Central e Leste Europeu, viajando de trem e dormindo em albergues. Obviamente foi muito bom, volta e meia me pego com saudades dos dias em que eu vagueava por terras longínquas…

Essa viagem resultou em 2400 fotos (!), que estou pacientemente organizando e colocando online. Está demorando um bocado (mais de 3 meses agora) porque estou colocando tags nas fotos, descrições em algumas delas, além de apagar algumas que são duplicadas e clarear as que saíram muito escuras. Imagine o trampo.

Já tenho no flickr até agora 1475 dessas fotos, que correspondem a pouco mais de 3 semanas e 4 países visitados. Faltam ainda 2 semanas e 2 países (Hungria e Polônia). Estão nesta coleção, que separa as fotos por país, além de ter um conjunto com todas as fotos juntas. Como não é muito prático ver 1475 fotos, estou colocando a tag “principal” nas fotos que eu considero mais interessantes. Aí ficam só 683 fotos para ver. 🙂

By the way, fiz um mapa marcando os países em que passei. Não ficou tão bom (mostrar as fronteiras entre os países seria ótimo), mas dá pra ter uma noção da região que eu visitei:


(create your personalized map of europe)

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