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Posts Tagged ‘nerd’

aderindo à moda

Acabei de criar uma conta no identi.ca e um mirror no twitter. Vamos ver se essa brincadeira é divertida mesmo.

Pra minha surpresa, o username bauermann estava disponível nos dois sites! Esse tipo de coisa compensa a encheção de saco de ter que ficar soletrando meus sobrenomes cada fez que me registro em algo, ou ligo em algum SAC (ontem mesmo tive que fazer isso)…

Em compensação, todos os outros Bauermann do Brasil e do mundo devem estar putos pois eu sempre pego esse username (até hoje nunca aconteceu de bauermann não estar disponível como username, talvez com exceção do gmail, mas não lembro).

Achei esquisito o twitter limitar o tamanho do nome completo pra 20 caracteres. Tive que dropar o Jung lá. O identi.ca não tem esse problema. Mas gostei do twitter usar recapcha.

O bizarro foi ver um link “skip this step” logo embaixo do botão de “finish” na última etapa do cadastro do twitter. Até agora estou me perguntando o que acontece se clicar lá. 🙂

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resolvendo nomes na rede de casa

Desde que eu tenho dois notebooks em casa eu senti a necessidade de ter resolução de nomes funcionando decentemente para eles, ao invés de ter que ficar vendo qual IP o roteador designou para cada notebook cada vez que preciso acessar um ou outro computador. Primeiro pensei em fixar um IP baseado no endereço MAC, mas meu roteador não tem essa funcionalidade. Depois fiquei imaginando se não existia algum servidor DNS pra uso doméstico que pode ter suas entradas atualizadas dinamica e automaticamente.

Qual não foi minha surpresa quando descobri que a solução pro meu problema não só já existe, como não exige configuração nenhuma e além disso já estava instalada e funcionando nos dois computadores! Chama-se Multicast DNS (mDNS), e faz parte de um conjunto de tecnologias de “zero configuration networking”, da qual o Apple Bonjour faz parte. No Linux, o serviço que implementa isso é o Avahi.

Para usá-lo no caso que eu tinha em mente (basicamente, ssh e scp) basta usar o hostname do computador a ser acessado e acrescentar a extensão .local. Exemplo:

hotblack% ssh hactar.local
hactar% ping hotblack.local
PING hotblack.local (192.168.1.2) 56(84) bytes of data.
64 bytes from hotblack.local (192.168.1.2): icmp_seq=1 ttl=64 time=0.328 ms

Ótimo!

Eu já tinha ouvido falar de Zeroconf e do Avahi, claro. Mas eu achava que era só para descoberta de serviços na rede (coisa que nunca precisei, pelo menos por enquanto (mas acho a idéia bem legal)), não sabia que integrava com DNS!

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Eu uso computador faz uns 15 anos, e nesse tempo todo nunca tive um teclado com layout brasileiro (a.k.a. ABNT-2). Sempre usei o americano, com suporte a acentuação.

Esses dias comprei um teclado novo e bacana. Mas comprei pela Internet, e nem passou pela minha cabeça verificar se era padrão americano ou brasileiro. Quando chegou, na caixa estava bem claro: padrão brasileiro. No site das Americanas, onde fiz a compra, isso nem foi mencionado (fui lá conferir). Nota mental: não comprar coisas pelo site das Americanas.

Torci o nariz e pensei seriamente em retornar o produto sem abrir a caixa, se possível trocar por um com o layout que estou acostumado. No fim acabei deixando assim mesmo. E ainda bem que fiz isso. Estou gostando bastante do ABNT-2, não sei por quê sempre tive preconceito.

É bem mais confortável para digitar acentos (´, `, ç, ~ e ^ são fáceis de alcançar). E tem até ª e º, devidamente marcados nas teclas (só tem que saber a manha do Alt Gr). Antes eu disponibilizava esses caracteres com umas regras customizadas de xmodmap. Minha única birra é que muitas fontes são incompletas (feitas por gringos, certamente) e não colocam a barra ou ponto embaixo de ª e º. E na minha opinião, fica muito feio assim.

Mas eu divago… Outra coisa muito boa é que o ‘ (apóstrofo) é uma tecla diferente de ´ (acento agudo), e não é uma dead-key! Isso é muito mais prático pra programação. Mesma coisa para o ” (aspas) e ¨ (trema¹). Eu detestava setar uma variável com uma string e ter que apertar ” + espaço para abrir aspas, e depois de novo pra fechar.

Ufa, nada como um engano que acaba sendo melhor que a idéia original.

¹ Sim, eu vou continuar usando o trema²…

² Sim, eu coloco (ou tento colocar, pelo menos) trema nas palavras quando escrevo.

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que iPhone/iPod o que…

… eu quero é um Neo FreeRunner!

Pra que me prender a um celular/PDA no qual eu não posso instalar os programas que eu quiser, e que eu não posso fuçar pra tentar fazer funcionar do jeito que é mais útil pra mim (olá, supporte a ogg 🙂 )?

O N810 também é uma boa opção (eu tentei comprar um já, mas não achei pra vender na época), se você ignorar o fato de que ele não é um telefone. Pra mim não é uma limitação séria, já tenho um de 200 reaus (isso na época, hoje não vale nem dez…) que faz e recebe chamadas.

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great find at bookstore

I was having a look at the computing books section of a local bookstore (Livraria Cultura) and had a big suprise when I found these gems sitting at the shelf:

I had no option but to buy them, of course! I’ve known about these books for a long time, and I am very excited to start reading and try to absorb as much wisdom as I can… I wonder how big a project this is?

Also, I can’t help but notice its dedication:

This series of books is affectionately dedicated to the Type  650 computer once installed at Case Institute of Technology, in remembrance of many pleasant evenings.

I asked my girlfriend to warn me if I ever get to that level of, hum, commitment to computers.

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Cá estou eu passeando inocentemente em Montréal, quando vejo este anúncio no metrô:

Quem diria que os hackergotchis iam virar mainstream tão cedo? 🙂

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new sticker

I need a sticker for my laptop. It should read:

free as in malloc.

Googling for the sentence reveals only two insipid results, so I don’t see much hope of getting it soon…

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