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Posts Tagged ‘dica’

Se você mora em Campinas, aqui vai uma boa dica: a brito serviços e autopeças fica aberta até as 22h de segunda a sábado, e “só” até as 18hs no domingo. Fala sério!

Eles trabalham com parte elétrica, mecânica, lataria e pintura. Quem me indicou disse que no que se refere à parte elétrica, eles são muito bons. Eu mesmo não tenho elementos suficientes pra dizer. Também não sei como eles são na parte mecânica.

Fica na João Jorge. Na direção de quem vai para a rótula, é um pouco depois (e do outro lado da rua) do mega-templo da universal que tem lá. Fone: 3272-6357.

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resolvendo nomes na rede de casa

Desde que eu tenho dois notebooks em casa eu senti a necessidade de ter resolução de nomes funcionando decentemente para eles, ao invés de ter que ficar vendo qual IP o roteador designou para cada notebook cada vez que preciso acessar um ou outro computador. Primeiro pensei em fixar um IP baseado no endereço MAC, mas meu roteador não tem essa funcionalidade. Depois fiquei imaginando se não existia algum servidor DNS pra uso doméstico que pode ter suas entradas atualizadas dinamica e automaticamente.

Qual não foi minha surpresa quando descobri que a solução pro meu problema não só já existe, como não exige configuração nenhuma e além disso já estava instalada e funcionando nos dois computadores! Chama-se Multicast DNS (mDNS), e faz parte de um conjunto de tecnologias de “zero configuration networking”, da qual o Apple Bonjour faz parte. No Linux, o serviço que implementa isso é o Avahi.

Para usá-lo no caso que eu tinha em mente (basicamente, ssh e scp) basta usar o hostname do computador a ser acessado e acrescentar a extensão .local. Exemplo:

hotblack% ssh hactar.local
hactar% ping hotblack.local
PING hotblack.local (192.168.1.2) 56(84) bytes of data.
64 bytes from hotblack.local (192.168.1.2): icmp_seq=1 ttl=64 time=0.328 ms

Ótimo!

Eu já tinha ouvido falar de Zeroconf e do Avahi, claro. Mas eu achava que era só para descoberta de serviços na rede (coisa que nunca precisei, pelo menos por enquanto (mas acho a idéia bem legal)), não sabia que integrava com DNS!

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… e muito mais, na verdade. Discute também as duas últimas décadas de liberalismo econômico, e as causas e conseqüências do mercado financeiro e especulativo. É um texto excelente, e gigante. Estou na metade ainda, mas já li coisas muito interessantes.

Me passaram como sendo um texto do Luis Nassif, mas só agora percebi que logo no começo há a indicação dos autores: Gustavo Cherubine e Ladislau Dowbor.

Eis um trecho muito interessante, com um ponto de vista que eu nunca tinha visto até agora. Combate o (que parece ser um) mito de que investir na bolsa é saudável para a economia pois você está ajudando as empresas cujas ações você negocia a se capitalizarem:

Num plano mais amplo, portanto, o próprio sistema é desequilibrado em termos de alocação e de apropriação de recursos, mesmo quando não há crise. Marjorie Kelly produziu nesta área um estudo particularmente interessante, intitulado “O direito divino do capital”. Analisando o mercado de ações dos Estados Unidos, Kelly constata que a imagem das empresas se capitalizarem por meio da venda de ações é uma bobagem, pois o processo é marginal: “Dólares investidos chegam às corporações apenas quando novas ações são vendidas. Em 1999 o valor de ações novas vendidas no mercado foi de 106 bilhões de dólares, enquanto o valor das ações negociado atingiu um gigantesco 20,4 trilhões. Assim que de todo o volume de ações girando em Wall Street, menos de 1% chegou às empresas. Podemos concluir que o mercado é 1% produtivo e 99% especulativo”. Mas naturalmente, as pessoas ganham com as ações e, portanto, há uma saída de recursos: “Em outras palavras, quando se olha para as duas décadas de 1981 a 2000, não se encontra uma entrada líquida de dinheiro de acionistas, e sim saídas. A saída líquida (net outflow) desde 1981 para novas emissões de ações foi negativa em 540 bilhões”…”A saída líquida tem sido um fenômeno muito real – e não algum truque estatístico. Em vez de capitalizar as empresas, o mercado de ações as tem descapitalizado.

O texto também comenta o comportamento particular que os bancos adotam no Brasil, que leva a um ano de lucro obscenamente recorde após outro (mesmo em época de crise, o que é mais impressionante!), e contribuindo grandemente para o aumento da concentração de renda (portanto injustiça social) no país:

A situação aqui é completamente diferente dos bancos dos países desenvolvidos, que trabalham com juros baixos e alavancagem altíssima. Essencial para nós, é que sustentar no Brasil juros que são da ordem de mil por centos relativamente aos juros praticados internacionalmente, só pode ser realizado mediante uma cartelização de fato. Para dar um exemplo, o Banco Real (Santander Brasil) cobra 146% no cheque especial no Brasil, enquanto o Santander na Espanha cobra 0% (zero por cento) por seis meses até cinco mil euros. Os ganhos dos grupos estrangeiros no Brasil sustentam assim as matrizes. Lembremos ainda que a Anefac apresenta apenas os juros, sem mencionar as tarifas cobradas. Os resultados são os spreads fantásticos e lucros impressionantes que o setor apresenta, sobre um volume de crédito no conjunto bastante limitado (39% do PIB) para uma economia como o Brasil. A intermediação financeira tornou-se assim um fator central do chamado “custo Brasil”, e um vetor central da concentração de renda. Os lucros são tão impressionantes, que ao abrigo deste cartel mesmo grupos de comércio, em vez de se concentrar em prestar bons serviços comerciais, hoje se concentram na intermediação financeira.

Enfim, leiam o texto. 🙂

E obrigado ao Camilo pela indicação.

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Eu uso computador faz uns 15 anos, e nesse tempo todo nunca tive um teclado com layout brasileiro (a.k.a. ABNT-2). Sempre usei o americano, com suporte a acentuação.

Esses dias comprei um teclado novo e bacana. Mas comprei pela Internet, e nem passou pela minha cabeça verificar se era padrão americano ou brasileiro. Quando chegou, na caixa estava bem claro: padrão brasileiro. No site das Americanas, onde fiz a compra, isso nem foi mencionado (fui lá conferir). Nota mental: não comprar coisas pelo site das Americanas.

Torci o nariz e pensei seriamente em retornar o produto sem abrir a caixa, se possível trocar por um com o layout que estou acostumado. No fim acabei deixando assim mesmo. E ainda bem que fiz isso. Estou gostando bastante do ABNT-2, não sei por quê sempre tive preconceito.

É bem mais confortável para digitar acentos (´, `, ç, ~ e ^ são fáceis de alcançar). E tem até ª e º, devidamente marcados nas teclas (só tem que saber a manha do Alt Gr). Antes eu disponibilizava esses caracteres com umas regras customizadas de xmodmap. Minha única birra é que muitas fontes são incompletas (feitas por gringos, certamente) e não colocam a barra ou ponto embaixo de ª e º. E na minha opinião, fica muito feio assim.

Mas eu divago… Outra coisa muito boa é que o ‘ (apóstrofo) é uma tecla diferente de ´ (acento agudo), e não é uma dead-key! Isso é muito mais prático pra programação. Mesma coisa para o ” (aspas) e ¨ (trema¹). Eu detestava setar uma variável com uma string e ter que apertar ” + espaço para abrir aspas, e depois de novo pra fechar.

Ufa, nada como um engano que acaba sendo melhor que a idéia original.

¹ Sim, eu vou continuar usando o trema²…

² Sim, eu coloco (ou tento colocar, pelo menos) trema nas palavras quando escrevo.

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Só de zoeira resolvi criar um hackergotchi pra mim. Como esperado, o Google achou rapidinho uns tutoriais de como fazê-los no GIMP.

Uma coisa que achei bem útil foi a lista de cabeças do GNOME Planet. Dá pra ver exemplos de vários estilos e ângulos, pra ver o que fica melhor e também ter uma idéia de como as pessoas fazem os cortes, o que tiram e o que deixam, etc.

Sem mais delongas, eis três que ficaram melhorzinhos, em ordem de preferência:

Hahaha, fala sério, ficou bom não? Bluepages, prepare-se!! 😀

Algumas dicas:

  • A ferramenta Free Select é sua grande amiga. Habilite anti-aliasing e feather edges (eu usei raio 5 (imagino que a unidade seja pixels) e achei bom). Não requer prática nem tampouco habilidade!
  • Para tamanhos menores que 100×100, ajuda fazer um sharpen na imagem, antes de colocar a sombra.
  • Use valores modestos na sombra (eu gostei de offset de 1 pixel no X e Y, e raio de 4 pixels).
  • Cabelo é uma dificuldade. Se o seu é curto e bem domado, sorte sua! Infelizmente o meu é o contrário nos dois aspectos, penei um pouco pra ter algo mais ou menos aceitável.
  • Dê preferência para fotos mais claras, com cores vivas (dá pra ver que a minha imagem do meio ali em cima tá meio apagada, por exemplo) e nas quais sua cabeça (principalmente seu cabelo!) se destaque bem do fundo.

Bom, é isso. Se eu acordar amanhã e cair a ficha de que as figuras acimas estão ridículas, eu tiro do post. Por enquanto, parece divertido. 🙂

Comentários? Críticas? Zoações?

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Bom, acho que quase todo mundo já está sabendo: o Nince Inch Nails lançou um álbum em uma licença Creative Commons. Isso significa que você pode baixá-lo, copiá-lo distribuir para seus amigos, tudo dentro da legalidade e respeitando o direito autoral.

Só falta eles acertarem o método de distribuição. Recebi o link para download por e-mail, mas o servidor (ou cluster de servidores, mais provável) deles está sobrecarregado e só recusa conexões. O BitTorrent seria perfeito para usarem nessa situação…

Mas isso é um detalhe, o pessoal da música ainda está aprendendo como implementar todo esse processo de distribuição online. Daqui pra frente é só descida, com certeza vamos ver mais e mais iniciativas desse tipo de artistas mais famosos!

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Sr. Brasil

Hoje assisti novamente o Sr. Brasil, programa da TV Cultura, apresentado pelo Rolando Boldrin. Talvez esse seja o meu programa preferido na TV. Se você não viu, recomendo fortemente que assista, pelo menos uma vez para ver como é…

O Rolando Boldrin sabe muito sobre a música e os músicos brasileiros, e sabe transmitir e valorizar nossa cultura como ninguém. Outro dia ele levou uma dupla que cantou uma música chamada “Romance de uma caveira“, e qual não foi minha surpresa ao ouvir uma música que minha vó costumava cantar quando eu era criança! Nostalgia pra que te quero. 🙂

Gosto tanto que até comprei um CD do programa.

Passa toda terça-feira às 22h40m na Cultura, com reprise aos domingos, às 10h (é, eu sei… domingo de manhã é complicado).

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