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Posts Tagged ‘comentário solto’

O WordPress tem um painel muito bom, e uma das seções dele informa quais termos de busca foram usados para as pessoas encontrarem seu blog.

Faz exatamente um ano, comecei a coletar os que mais me chamaram a atenção (geralmente por serem engraçados).

Eis a lista, em ordem cronológica:

  • historia dos the commits
  • haha
  • temperatura geladeiras de cerveja
  • bug de flores
  • versinhos fofos
  • a musica do hino nacional em quadrinho
  • versos determinados.
  • cerveja
  • versinhos em alemão
  • das site auf deutsch
  • super mustache
  • blog nerd
  • ele lutou até o fim
  • images made in photoshop
  • bunny avançado
  • biçicletas 2 lugares
  • documentos necessários para vender sabão
  • baik de cinco lugares
  • flintstones alta resolução
  • tucano de frente
  • fotos de mecanico consertando o carro
  • textosobrecriseeconomicamundialde2009
  • caixas de sabao diferentes
  • onde achar forma para sabão
  • coisas que ten na bicicleta
  • bauermann na alemanha
  • fotos de papagaios em alta resolução
  • gdb для python

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Até que enfim vejo uma medida punindo os criminosos (sim, transformar em pó o dinheiro de aposentadoria e o emprego de pessoas inocentes é crime na minha concepção) pela crise do mercado (ou circo) financeiro:

A lógica dessa operação é objetiva. Uma empresa é um ativo nacional e vale mais em operação do que fechada. Funcionando, além dos ativos a GM tem marca, tecnologia, operação de vendas, de marketing, pessoal estruturado, sistemas de financiamento de vendas, relação com subsidiárias em outros países. Fechada, será apenas um amontoado de imóveis e equipamentos.

Por isso preserva-se a empresa, parte dos empregos, dos fornecedores, o know how acumulado, e penalizam-se apenas os acionistas e os gestores.

Se bem que tem certas coisas que não mudam nunca:

Além disso, os governos dos EUA e do Canadá puderam condicionar sua ajuda à redução de uma série de custos, incluindo os trabalhistas. Houve negociação que transferiu parte das ações aos sindicatos em troca de abrir mão de alguns direitos.

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I’d like to be able to say this every once in a while:

All in all, it was a pretty crazy year. My life kind of turned upside down and I found myself to be very often far removed from anything resembling a comfort zone. I expect 2009 to be pretty crazy as well.

http://she.geek.nz/archives/528-2008-summary.html

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Eu uso computador faz uns 15 anos, e nesse tempo todo nunca tive um teclado com layout brasileiro (a.k.a. ABNT-2). Sempre usei o americano, com suporte a acentuação.

Esses dias comprei um teclado novo e bacana. Mas comprei pela Internet, e nem passou pela minha cabeça verificar se era padrão americano ou brasileiro. Quando chegou, na caixa estava bem claro: padrão brasileiro. No site das Americanas, onde fiz a compra, isso nem foi mencionado (fui lá conferir). Nota mental: não comprar coisas pelo site das Americanas.

Torci o nariz e pensei seriamente em retornar o produto sem abrir a caixa, se possível trocar por um com o layout que estou acostumado. No fim acabei deixando assim mesmo. E ainda bem que fiz isso. Estou gostando bastante do ABNT-2, não sei por quê sempre tive preconceito.

É bem mais confortável para digitar acentos (´, `, ç, ~ e ^ são fáceis de alcançar). E tem até ª e º, devidamente marcados nas teclas (só tem que saber a manha do Alt Gr). Antes eu disponibilizava esses caracteres com umas regras customizadas de xmodmap. Minha única birra é que muitas fontes são incompletas (feitas por gringos, certamente) e não colocam a barra ou ponto embaixo de ª e º. E na minha opinião, fica muito feio assim.

Mas eu divago… Outra coisa muito boa é que o ‘ (apóstrofo) é uma tecla diferente de ´ (acento agudo), e não é uma dead-key! Isso é muito mais prático pra programação. Mesma coisa para o ” (aspas) e ¨ (trema¹). Eu detestava setar uma variável com uma string e ter que apertar ” + espaço para abrir aspas, e depois de novo pra fechar.

Ufa, nada como um engano que acaba sendo melhor que a idéia original.

¹ Sim, eu vou continuar usando o trema²…

² Sim, eu coloco (ou tento colocar, pelo menos) trema nas palavras quando escrevo.

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que iPhone/iPod o que…

… eu quero é um Neo FreeRunner!

Pra que me prender a um celular/PDA no qual eu não posso instalar os programas que eu quiser, e que eu não posso fuçar pra tentar fazer funcionar do jeito que é mais útil pra mim (olá, supporte a ogg 🙂 )?

O N810 também é uma boa opção (eu tentei comprar um já, mas não achei pra vender na época), se você ignorar o fato de que ele não é um telefone. Pra mim não é uma limitação séria, já tenho um de 200 reaus (isso na época, hoje não vale nem dez…) que faz e recebe chamadas.

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Por acaso fiquei sabendo que a torcida do Náutico tem vaiado o hino nacional nos jogos de seu time. Deixei um comentário no post do blog que me informou sobre o assunto e, por achar relevante dar um pouco mais de exposição ao mesmo, reproduzo-o aqui:

Eu não gosto de futebol e não acompanho o que acontece nessa esfera, portanto fiquei sabendo por este post sobre essa história de vaiar o hino nacional.

Minha opinião (após ler apenas este post) é que essa atitude não faz o menor sentido. O hino nacional não tem nada a ver com futebol, muito menos com os dirigentes (ou melhor dizendo mafiosos) das organizações de futebol no Brasil.

Vaiar o hino é quase o mesmo que mijar na bandeira do Brasil. Não sou nacionalista, mas acho que se queremos nos tornar um país próspero e desenvolvido (o que é perfeitamente factível na minha opinião), um dos primeiros passos que devemos tomar é ter respeito próprio e confiança de que podemos ser tão bons quanto os melhores países do mundo.

Vaiar o hino, nesse sentido, é cuspir pra cima. Certamente existem outras formas de os torcedores registrarem seu protesto, e sugiro fortemente que outras alternativas sejam adotadas.

O curioso é que o Google não retorna nenhuma matéria sobre o assunto vinda dos grandes jornais… <insira sua teoria de conspiração favorita aqui>

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temperatura da cerveja

Muita gente diz (e acredita!) que “na Alemanha se toma cerveja quente”. Não é verdade, lá a cerveja também é fria, abaixo da temperatura ambiente. Só não é tão gelada quanto a que a gente (erroneamente) toma aqui.

É errado porque não conseguimos sentir bem o sabor de algo que está muito gelado, pelo próprio funcionamento do nosso paladar. Por isso não faz muito sentido querer uma cerveja boa, se for para bebê-la gelada. (Aliás, estou para ver um estrangeiro elogiar nossa cerveja. Todos a acham muito ruim. Eu penso que a temperatura em que bebemos cerveja é a principal razão.)

Neste podcast da Folha, um crítico de gastronomia fala sobre isso. Ele mesmo diz que “quando a bebida está muito gelada, ela perde muito do paladar e do aroma”, e (o trecho que mais gostei): “não pode ser gelada demais, estupidamente gelada, porque isso seria uma estupidez, seria perder boa parte do aroma e do paladar que ela pode liberar” (ênfase minha 🙂 ).

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